Ano Novo, Vida Nem Tanto

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Todo ano é a mesma coisa. Todo mundo projeta novos desafios e objetivos para si. Há quem escreva para informar melhor o cérebro. Faço parte desses últimos. Adquiri há pouco tempo esse hábito salutar de anotar o que vai fazer. Primeiro para não esquecer e, claro, também para minha mente distraída se dá conta da missão.

E essa coisa toda tem seu valor de fato. Quanto mais escrevemos e descrevemos o que almejamos, mais fácil será sua execução. Se dê conta também de não ficar triste ao ler sua última lista e verificar que pouco realizou. Não existe fracasso, existe resultados, bons e maus. Comemore o que conseguiu e redesenhe o que não foi possível para o próximo período.

Um detalhe bem importante, que muitas vezes não damos a devida atenção. Mudar, esse verbo na versão transitiva direta, tem bastante força desde que acompanhado de um outro, o agir na sua versão intransitiva. Substantivamente, não existe mudança sem ação, ok?

Portanto, vai com calma. Como diria Jack, vá por partes. É melhor pequenos objetivos realizáveis do que um grande de difícil execução. Quanto mais detalhados, melhores. Objetivo tem que ter metas. Sabe a diferença entre os dois? A meta é a quantificação mensurável do seu objetivo: quantia, prazo, valor, data, percentual, peso. Simples, né?

Não esqueça também que seus objetivos sejam relevantes. Qual é a graça de despender energia para atingir algo sem significado para sua vida? Sem pretensões didáticas traçamos uma pequena explicação sobre uma meta SMART: específica, mensurável, alcançável, relevante e temporal.

Já estou aqui debruçado sobre minhas listas de 2017 e 2018. E você?